REGINA – ESPONDILITE ANQUILOSANTE

“Comeu glúten pode esperar que a consequência vem…”

Muita gente pergunta como os nossos pacientes estão evoluindo com o Protocolo da Vitamina D ao longo dos anos.

Regina vai completar 2 anos de tratamento e está cada dia melhor. A sua qualidade de vida foi completamente restaurada: participa normalmente de quase todas as “baladas” que acompanham as competições esportivas do marido (vaquejada), está bastante disposta e tem viajado com muita frequência.

Ela não apresentou nenhum efeito colateral tomando altas doses da Vitamina D e os seus exames de controle estão todos normais.

Sabemos que a Espondilite Anquilosante ainda não tem cura, mas, para a maior parte dos pacientes, já tem solução: Vitamina D em doses hiperfisiológicas e restrição de laticínios, glúten e açúcar.

Dra. Maria Lucia – Fibromialgia, Sjögren e Depressão


“…todas as minhas dores simplesmente desapareceram e junto com elas foram embora a depressão e os pensamentos suicidas…”

Dra. Maria Lucia é uma juíza de direito aposentada, procedente de Belém do Pará.

Recentemente ela consultou-nos em Campinas com um conjunto de sinais e sintomas bem definidos:

  • Fibromialgia – dores em todo o corpo de forte intensidade
  • Síndrome de Sjögren – boca e olhos secos
  • Gastrite crônica pelo uso de analgésicos e anti-inflamatórios
  • Hipovitaminose D acentuada – apenas 8 ng/mL
  • Memória fraca, depressão e pensamentos suicidas

Após apenas 4 meses de tratamento com a Vitamina D em doses altas e dieta sem glúten ela retornou para a segunda consulta completamente livre das dores, melhora da capacidade cognitiva, livre da depressão e dos pensamentos negativos.

Extremamente satisfeita com a eliminação completa das dores ela gravou um depoimento e autorizou explicitamente a sua divulgação nos meios de comunicação com o objetivo exclusivo de ajudar outros pacientes.

ADRIANA – ESCLEROSE MÚLTIPLA

“Após 4 anos de tratamento com o Protocolo da Vitamina D

eu sinto que estou cada vez melhor…”

Adriana apresentou os primeiros sinais e sintomas da sua doença em 2012. Consultou um renomado Neurologista em Campinas, submeteu-se a uma ressonância nuclear magnética e recebeu o diagnóstico de Esclerose Múltipla.

O seu médico insistiu para que ela iniciasse o tratamento com o Gilenya (fingolimode), mas Adriana optou pelo tratamento com o Protocolo da Vitamina D.

Muitos médicos tentam convencer seus pacientes a fazerem o tratamento convencional, dizendo que a vitamina D em doses altas causa insuficiência renal.

Essa afirmação não é verdadeira. Receitamos vitamina D para milhares de pacientes há muitos anos e podemos assegurar que esse é tratamento mais muito seguro e destituído de efeitos colaterais. Basta que que os pacientes sigam corretamente as normas do Protocolo.

Adriana compareceu hoje ao nosso consultório para uma   consulta de rotina. Os seus exames de laboratório estão todos normais, a ressonância magnética mostrou redução do número de lesões no encéfalo e as imagens renais não apresentam nenhuma anormalidade na ultrassonografia.

O seu depoimento é mais uma evidência clínica inquestionável de que o Protocolo da vitamina D desenvolvido pelo Dr. Cícero Galli Coimbra é a melhor opção terapêutica para o tratamento da Esclerose Múltipla.


 

LUANA – ESCLEROSE MÚLTIPLA

“Eu não voltarei mais a comer glúten”

A jovem enfermeira Luana apresentou os primeiros sinais e sintomas da esclerose múltipla há 8 anos, porém, só recebeu esse diagnóstico em 2014.

O seu esposo é médico e após pesquisarem e dialogarem bastante, optaram pelo tratamento com altas doses de Vitamina D em São Paulo.

Durante 2 anos Luana submeteu-se rigorosamente todos os preceitos do Protocolo. Ela melhorou bastante, mas alguns sintomas da doença da doença persistiam e ela decidiu dar continuidade ao seu tratamento em Campinas.

Durante a consulta informamos que iríamos manter a sua prescrição, pois o paratormônio, a 25 OH vitamina D, a calcemia, a calciúria e todos os demais parâmetros bioquímicos estavam perfeitamente de acordo com os valores preconizados. Somente iríamos solicitar, por acréscimo ao Protocolo da Vitamina D, a exclusão do glúten da sua dieta.

Essa recomendação está fundamentada em milhares de publicações na literatura médica internacional que apontam o glúten como o principal gatilho alimentar das doenças autoimunes.

Luana atendeu a nossa orientação e, após 4 meses, retornou a Campinas para a segunda consulta com a boa notícia de que os sintomas residuais da sua doença haviam desaparecido.

Sabemos que a eficiência imunomoduladora da Vitamina D é potencializada por um conjunto de recomendações como não fumar, beber com moderação, praticar atividades físicas regularmente, evitar situações estressantes, não tomar banhos quentes etc.

O depoimento de Luana é mais uma evidência clínica de que a dieta sem glúten deveria fazer parte das medidas terapêuticas adicionais do Protocolo da Vitamina D.