MARCOS – ESPONDILITE ANQUILOSANTE


“28 dias sem glúten foram mais valiosos do que

28 anos de medicamentos

 Marcos é um simpático mineiro de Belo Horizonte, portador de Espondilite Anquilosante há 28 anos.

Como os sinais e sintomas da sua doença estavam piorando com os medicamentos convencionais, ele mergulhou na Internet em busca de uma nova terapia.

Marcos ficou muito animado com os depoimentos dos nossos pacientes portadores de E.A. e marcou uma consulta em Campinas.

Como nós só tínhamos agenda para o mês seguinte, ele decidiu começar de imediato, retirando o glúten e tomando diariamente uma pequena dose de vitamina D.

Na sua primeira consulta, após 28 dias de dieta sem glúten, Marcos relatou entusiasmado que que estava se sentindo muito melhor: havia perdido 8 kg, já conseguia dormir em decúbito lateral e estava livre das terríveis enxaquecas e das fortes dores articulares que minaram a sua qualidade de vida durante quase 30 anos.

Após 4 meses de tratamento Marcos retornou para a segunda consulta extremamente feliz! Ele estava 16 quilos mais magro, completamente assintomático e recebeu alta, com o compromisso de realizar periodicamente os exames laboratoriais de controle e manter rigorosamente a dieta sem glúten e sem laticínios.

O seu depoimento sincero e objetivo é mais uma evidência inquestionável da “relação de causa e efeito” entre o glúten e as doenças imunológicas.

JOSÉ ROBERTO – DERMATITE ATÓPICA

“Eu já havia perdido as esperanças da minha pele ficar normal…”

José Roberto é filho de um médico e uma dentista, ambos Professores Universitários na cidade de Campinas.

Logo após o nascimento ele desenvolveu 3 patologias imunológicas: dermatite atópica, rinite e asma.

Durante a vida toda José foi assistido pelos mais conceituados dermatologistas e alergologistas de Campinas, porém, não estava evoluindo bem.

Recentemente ele nos procurou em busca de uma nova terapia.  Suspendemos os medicamentos convencionais e uma semana depois José começou a perceber as melhoras: passou a respirar pelo nariz, reduziu a necessidade de utilizar a sua “bombinha” de broncodilatadores para controlar a asma e a coceira da pele começou a desaparecer.

Após 3 meses de tratamento ele compareceu para avaliarmos a sua evolução e relatou que a coceira reduziu 99% e, em nossa avaliação, as lesões de pele melhoraram cerca de 70%.  Porém, o tratamento está apenas começando e, se Deus quiser, Roberto terá uma vida normal.

Ele está muito feliz com os resultados e autorizou-nos compartilhar o seu depoimento com o objetivo exclusivo de ajudar outras pessoas que estão sofrendo com os mesmos problemas.


 

MARIA GORETTE – LÚPUS

“Eu não podia imaginar que um simples pãozinho pudesse provocar uma recaída do lúpus…”

Há 4 anos Maria Gorette recebeu o diagnóstico de Lúpus Eritematoso Sistêmico e foi medicada convencionalmente durante 3 anos. Ela estava evoluindo razoavelmente bem, mas precisou suspender o tratamento por causa da turvação visual causada pela hidroxicloroquina e do aumento do peso provocado pela cortisona.

Há 1 ano iniciamos o tratamento com o Protocolo da vitamina d e uma dieta sem glúten e, durante esse período, ela ficou completamente assintomática: o cabelo voltou a crescer e as dores articulares e as lesões de pele desapareceram.

Porém, recentemente, a paciente comeu um pão tradicional e as lesões dermatológicas do Lúpus voltaram a se manifestar, a despeito do alto nível sanguíneo de sua vitamina D (890 ng/ml).

Frequentemente encontramos na Internet postagens alegando que a ação imunomoduladora da vitamina D é tão poderosa que consegue bloquear os efeitos pró-inflamatórios do glúten.

Essa proposição é bastante atraente para aqueles que adoram os alimentos confeccionados com farinha de trigo. Porém, infelizmente, tudo indica que ela não é verdadeira.

Nos últimos anos reunimos e compartilhamos dezenas de testemunhos relatando que a ingestão de doses mínimas de glúten é capaz de provocar recidiva dos sinais e sintomas de doenças autoimunes que estavam em completa remissão, graças ao tratamento com o Protocolo da vitamina D.

O depoimento da paciente Maria Gorette é mais uma clara evidência da importância da dieta sem glúten como uma medida terapêutica complementar ao Protocolo da vitamina D.

TANIA – MIASTENIA GRAVIS

“Eu sei, por experiência própria, que a dieta sem glúten

foi fundamental para a minha recuperação…”

Tania passava bem até 2003, quando começou a sentir fraqueza nas pernas e sofreu diversas quedas.

Começou a derrubar objetos, ficou com as pálpebras caídas, o sorriso invertido, muita dificuldade para mastigar e engolir, voz anasalada, perda de controle do esfíncter urinário e crises de falta de ar.

Iniciou o tratamento convencional com mestinon e altas doses de cortisona sem sucesso. Além do mais, esses medicamentos provocaram importantes efeitos colaterais como câimbras insuportáveis, insônia e obesidade.

Ela submeteu-se a uma cirurgia para retirar o timo, porém, o seu quadro clínico não melhorou. Esse ano ela apresentou 2 resfriados acompanhados de severa crise miastênica.

Recentemente ela nos procurou em Campinas em busca de uma nova terapia.

Suspendemos criteriosamente os medicamentos convencionais, retiramos o glúten tóxico da sua dieta e prescrevemos o Protocolo da Vitamina D.

O resultado foi excelente. Tânia já perdeu 16 kg, recuperou a alegria de viver e a sua qualidade de vida está muito melhor.

O seu depoimento poderá representar uma luz no fim do túnel para muitos pacientes portadores de miastenia gravis.