KATIA – NEUROPATIA PERIFÉRICA, REFLUXO GASTROESOFÁGICO e VITILIGO

“Se Katia não tivesse eliminado o glúten da sua dieta, certamente ela não teria emagrecido 10 Kg e não teria se livrado da esofagite de refluxo nem da neuropatia periférica.”

Em maio Katia nos procurou porque foi diagnosticada com Vitiligo em mãos, e durante a consulta constatamos que ela também sofria de esofagite de refluxo e neuropatia periférica.

Ela já havia programado uma cirurgia bariátrica para corrigir o excesso de peso e faria também a correção cirúrgica do refluxo gastroesofágico.

Pedimos para Katia retirar o glúten tóxico da sua alimentação e prescrevemos vitamina D em doses hiperfisiológicas.

Os resultados foram excelentes. Após 5 meses de tratamento a paciente já perdeu 10 Kg e a esofagite de refluxo desapareceu completamente.

O vitiligo já está começando a regredir. Katia já não sente fraqueza muscular e teve uma diminuição acentuada das incômodas manifestações da neuropatia periférica.

HÉRCULES – POLINEUROPATIA


“Há 10 meses eu era cadeirante… Hoje ando 10 Km.”

Hércules sempre praticou esportes e há 4 anos correu a São Silvestre.

Em 2015 começou a apresentar fraqueza nas pernas e no ano seguinte tornou-se cadeirante.

Realizou 2 eletroneuromiografias e recebeu o diagnóstico de polineuropatia sensitivo-motora.

O tratamento convencional não reverteu os sintomas e há 10 meses ele nos procurou em Campinas para submeter-se ao tratamento com o Protocolo da Vitamina D.

Por acréscimo recomendamos a eliminação completa do glúten tóxico da sua dieta e a sua recuperação foi espetacular.

Hoje ele pratica musculação na academia e já consegue andar 10 km por dia.

O seu maior desejo é voltar a correr a São Silvestre.

Uma rápida pesquisa na Internet usando os termos “gluten and peripheral neuropathy google scholar” apresenta milhares de trabalhos científicos que assinalam uma relação de causa e efeito entre sensibilidade ao glúten e neuropatia periférica.

NICELZIO – DOENÇA DE CROHN


“Em apenas 60 dias eu me livrei da doença de Crohn e de todo o sofrimento que ela me causou durante mais de 10 anos”

 O pastor Nicelzio tinha boa saúde até o ano de 2006, quando começou apresentar dores abdominais, sangramento intenso e após realizar diversas colonoscopias e biópsias intestinais recebeu o diagnóstico de doença de Crohn na região íleo cecal do intestino.

Durante todo esse tempo ele foi tratado convencionalmente sem sucesso. Os principais medicamentos que utilizou foram: mesalazina, adalimumab (HUMIRA) e prednisona.

Ele percebeu que esses medicamentos abaixavam muito sua imunidade e nos procurou em Campinas há 1 ano para submeter-se ao tratamento com Vitamina D em doses hiperfisiológicas e dieta sem glúten.

Suspendemos criteriosamente todos os medicamentos convencionais e em apenas 60 dias ele livrou-se de todos os sintomas da doença.

A sua calprotectina fecal que era elevada abaixou para 25,3 mg/Kg de fezes e a Proteína C Reativa está menor que 0,5 UI/L, comprovando que o processo inflamatório está totalmente controlado.

Nós temos compartilhado na internet inúmeros depoimentos que demonstram de maneira inequívoca que a vitamina D em altas doses potencializada por uma dieta antinflamatória é o melhor tratamento para as doenças imunológicas, entre as quais a doença de Crohn.


 

JAQUES – ESCLEROSE MÚLTIPLA

“Quando a gente descobre a doença o mundo da gente cai. A gente acha que é o fim, mas com esse tratamento, na verdade não é um fim e sim um recomeço.”

Jaques é um jovem advogado que há 3 anos começou a apresentar dificuldade de articular as palavras, memória fraca, formigamento nas mãos, espasmos, retenção urinária e intensa fadiga.

Realizou uma ressonância magnética e recebeu o diagnóstico de esclerose múltipla.

Durante 2 anos foi medicado sem sucesso com interferon e os efeitos colaterais eram devastadores.

A seguir, consultou uma colega da nossa equipe em Goiânia e durante 4 meses sem retirar o glúten da dieta e as melhoras foram pouco significativas.

Após assistir a alguns depoimentos em nosso site ele nos procurou em Campinas. Mantivemos o protocolo, retiramos o glúten da dieta e ele ficou praticamente assintomático.

O seu depoimento é mais uma evidência incontestável de que o protocolo da vitamina D é potencializado significativamente pela dieta sem glúten.