JOSÉ AUGUSTINHO – GUILLAIN BARRÉ (Zika Vírus)

“Meu irmão recebeu alta para morrer em casa.”

José Augustinho recebeu o diagnóstico de Guillain Barré 4 semanas após uma infecção por Zika vírus.

Segundo dados epidemiológicos recentes a infecção por Zika vírus está intimamente relacionada com 3 doenças: microcefalia, lúpus e Guillain Barré.

A Síndrome de Guillain Barré é uma doença autoimune relativamente rara, caracterizada por uma degeneração da bainha de mielina que reveste os nervos periféricos (incidência anual 1 a 2 casos cada 100.000 habitantes/ano).

O papel do vírus Zika como fator etiológico da Síndrome de Guillain Barré ficou muito bem estabelecido em função do aumento explosivo dessa patologia nos países da África e da América do sul durante o último surto epidêmico da doença (a incidência dessa síndrome nesses países aumentou de 172%  a 877%).

No caso de José Augustinho, a S. de Guillain Barré foi extremamente agressiva. Ele ficou 6 meses na UTI (3 meses em coma) e recebeu alta com péssimo prognóstico.

Desesperada, a sua irmã perguntou se  nós poderíamos fazer alguma coisa por ele. Decidimos tentar uma abordagem terapêutica com altas doses de vitamina D durante 20 dias e, se o resultado fosse positivo, daríamos continuidade ao tratamento em nosso consultório.

A evolução de José Augustinho superou todas as nossas expectativas: as dores de cabeça que o atormentavam diariamente há 3 anos acabaram. Ele já recuperou boa parte da massa muscular que havia perdido e está caminhando até 2 Km por dia.

 José parece outra pessoa…

 Mais uma preciosa vida restaurada pelo Protocolo da vitamina D .


 

MERCEDES – SÍNDROME DE SJÖGREN

“Quando eu comia glúten, acordava na manhã seguinte com os olhos vermelhos, coçando, ardendo e com a boca muito seca.”

Há 8 anos a Sra. Mercedes começou a apresentar dores articulares, glândulas parótidas inflamadas, boca, olhos e genitais secos.

Consultou diversos médicos sem diagnóstico até o ano de 2013, quando procurou o HC de Ribeirão Preto e recebeu o diagnóstico de Síndrome de Sjögren Primária.

Ela foi medicada com corticoide durante 6 meses e, como não obteve melhora dos sintomas, abandonou o tratamento.

Em janeiro de 2017, ela nos procurou em Campinas e iniciamos o tratamento com altas doses de vitamina D e uma dieta sem glúten.

Após 4 meses, todos os sintomas da síndrome de Sjögren desapareceram. No período em que fez a dieta e tomou as vitaminas de acordo com a nossa prescrição ela passou muito bem.

Acreditando estar curada, ela interrompeu o tratamento e, poucas semanas depois todos os seus sintomas voltaram a se manifestar.

O seu depoimento é mais uma clara evidência de que a vitamina D em doses altas associado a uma dieta sem glúten é a melhor opção terapêutica para a Síndrome de Sjögren primária ou secundária.


 

DRA. SARAH – GASTRITE POLIPOIDE

“A DIETA SEM GLÚTEN PODE TER SALVO A MINHA VIDA!”

Ainda muito jovem, aos 13 anos de idade, Sarah começou a sentir fortes dores no estômago.

Ela submeteu-se a uma endoscopia digestiva alta que revelou a presença de inúmeros pólipos sésseis hiperplásicos (sem pedículo) em todo o estômago e foi medicada com diversos inibidores da bomba de prótons sem sucesso (omeprazol, pantoprazol, esomeprazol e  lansoprazol).

Em função das dores epigástricas que a incomodavam muito, Sarah realizou mais 6 endoscopias nos anos seguintes e todas revelaram a presença de pólipos no corpo, fundo e antro gástrico.

Em 2006, aos 17 anos de idade, ela veio a Campinas e consultou um conceituado gastroenterologista professor da Unicamp que suspendeu a medicação antiácida e determinou a retirada completa do glúten da sua alimentação.

Com esse simples procedimento as dores epigástricas da paciente cessaram completamente.

Cinco anos mais tarde, já cursando a Faculdade de Medicina, a Dra. Sarah submeteu-se a uma nova endoscopia digestiva para controle evolutivo e foi constatado que a mucosa do seu estômago estava completamente livre das lesões polipoides.

O que mais nos surpreendeu no caso da Dra. Sarah foi a orientação para a retirada do glúten no tratamento da gastrite polipoide há mais de dez anos! É sabido que as lesões polipoides podem tornar-se neoplasias malignas e essa orientação dietética pode ter salvo a vida da Dra. Sarah.

Naquela época, o glúten ainda não era apontado como um dos grandes vilões nas doenças inflamatórias, o que revela que o brilhante médico que recomendou a dieta zero glúten e solucionou o seu caso estava muito à frente do seu tempo.

CLÁUDIA E GLÁUCIA – ARTRITE REUMATÓIDE / DERMATITE HERPETIFORME

ARTRITE REUMATÓIDE / DERMATITE HERPETIFORME / TDAH / SENSIBILIDADE AO GLÚTEN NÃO CELÍACA

“A retirada do glúten foi um divisor de águas na minha vida.”

A Dra. Cláudia e a Dra. Gláucia são duas irmãs que, curiosamente, estudaram medicina na mesma Universidade e se formaram na mesma turma.Há 6 meses eu tive a honra de atendê-las em meu consultório na cidade de Campinas, ambas portadoras de patologias imunológicas.

Cláudia recebeu o diagnóstico de artrite reumatoide. Prescrevemos Vitamina D em doses hiperfisiológicas e após 3 meses de tratamento ela não apresentou nenhuma regressão do inchaço e das dores articulares.  Conversamos com a paciente e identificamos que ela não havia eliminado completamente o glúten da sua dieta, pois almoçava todos os dias na Empresa.

Reforçamos a importância da dieta no tratamento da artrite reumatoide e hoje, após 2 meses “zero glúten”, ela está praticamente assintomática.

A Dra. Gláucia foi diagnosticada como portadora de um “perfil autoimune” bastante abrangente (autoimmune spectrum) intimamente relacionado com uma “sensibilidade não celíaca ao glúten”: dermatite herpetiforme severa, déficit de atenção e hiperatividade, urticária de pressão tardia (delayed pressure urticária), eczema atópico e obesidade.

Com a retirada do glúten a paciente emagreceu 30 kg, livrou-se das dermatites e do déficit de atenção.

Ela já apresentou diversas recidivas da dermatite herpetiforme ocasionadas por contaminação cruzada do glúten. Na sua opinião como médica e paciente, a dieta glúten free é fundamental para o sucesso terapêutico das suas patologias.