REGINA – LÚPUS ERITEMATOSO SISTÊMICO

Mais uma história dramática com final feliz…

A paciente tinha boa saúde até 2005 quando percebeu que os dedos ficavam cianóticos (roxos) em contato com água fria (fenômeno de Raynaud).

Após 2 anos sofreu uma trombose venosa profunda e como apresentava lesões eritematosas na face, recebeu o diagnóstico de Lúpus.

Os reumatologistas que conduziram seu caso lhe receitaram principalmente cortisona e hidroxicloroquina.

Apesar das altas doses de cortisona o quadro clínico foi se agravando e a paciente apresentou edema generalizado, queda de cabelo, lesões dermatológicas extensas e uma úlcera gigante no tornozelo devido à vasculite.

Há 4 meses ela nos procurou em Campinas e prescrevemos o protocolo da vitamina D e uma dieta sem glúten.

A paciente apresentou uma melhora significativa de todos os sinais e sintomas e, há 30 dias, decidiu suspender todos os medicamentos convencionais.

A paciente é tia da Ana Caroline, uma jovem portadora de artrite reumatoide que também substituiu o tratamento convencional pelo protocolo da vitamina D recuperando a saúde e a alegria de viver.

Clique na foto para assistir ao vídeo da Ana Carolina.

Gilberto Berloffa – Artrite Reumatóide e Fibromialgia

“O ponto chave é não desanimar. Tem que persistir… Demorei 60 dias para melhorar”

Gilberto, um simpático agricultor de amparo nos procurou após um longo período de dores articulares e musculares devido a artrite reumatoide e fibromialgia.

Há 17 anos iniciaram os sintomas das doenças e, mesmo sem diagnóstico, Gilberto realizou automedicação com elevadas doses de corticoide durante todo esse tempo. Em decorrência do uso indiscriminado da medicação adquiriu catarata em ambos os olhos e os sintomas da sua doença foram se agravando.

Sem orientação médica, Gilberto fez uma interrupção brusca da cortisona e sofreu uma grave complicação decorrente da supressão das glândulas suprarrenais.

Em 2011 ele recebeu o diagnóstico de artrite reumatoide e fibromialgia e iniciou o tratamento com as drogas habituais, porém, também não foi bem sucedido.

Há 4 meses suspendemos os medicamentos convencionais e iniciamos o tratamento com o Protocolo da Vitamina D potencializado por uma dieta sem glúten.

O resultado foi excelente. Após 60 dias ele livrou-se dos analgésicos, as dores desapareceram, já emagreceu 5 kg, os cabelos começaram a nascer e a disposição para o trabalho aumentou significativamente.

O depoimento do Gilberto é um importante alerta para todos os pacientes em relação aos perigos da automedicação.

VALDEMIR BASTOS – ESCLEROSE MÚLTIPLA

Tudo indica que num futuro próximo a dieta sem glúten fará parte de todos os protocolos para o tratamento das doenças autoimunes. Entretanto, essa decisão não caberá aos médicos e sim aos pacientes a partir da sua experiência.

Valdemir Bastos é um jovem empresário portador de Esclerose Múltipla, que foi encaminhado para nosso serviço em 2013, pelo querido Marcelo Palma.

Iniciamos o tratamento com vitamina D em doses hiperfisiológicas e dieta sem glúten e todos os sinais e sintomas da sua doença desapareceram. Entretanto, quase todas as pessoas que fazem essa dieta saudável, vez por outra acabam ingerindo glúten acidentalmente por contaminação cruzada ou, conscientemente, por não resistir à tentação da gluteomorfina que é uma fração viciante do glúten.

Durante esses 4 anos de tratamento Valdemir transgrediu diversas vezes e os sintomas da sua doença voltaram a se manifestar em maior ou menor intensidade.

Hoje ele está plenamente convencido de que a eliminação do glúten tóxico é fundamental no tratamento das doenças autoimunes e gravou esse vídeo espontaneamente para compartilhar com outros pacientes a sua própria experiência.

JULIANA DE OLIVEIRA – ESCLEROSE MÚLTIPLA


“Ainda bem que a liberação dos medicamentos convencionais atrasou! ”

Em 2015 Juliana começou a apresentar importantes sinais e sintomas neurológicos. Em 2017, após a realização de um exame do líquor e uma ressonância magnética, ela recebeu o diagnóstico de esclerose múltipla.

Após a realização de uma pulsoterapia, o seu neurologista lhe prescreveu INTERFERON.  A documentação necessária para receber o medicamento pelo programa de alto custo já estava toda pronta, porém, enquanto aguardava a liberação das injeções, ela ficou sabendo do protocolo da Vitamina D e nos procurou em Campinas.

Juliana chegou até nós com diversas manifestações clínicas importantes como dificuldade para deglutir, tonturas, visão turva, diplopia, urgência urinária, parestesias, fadiga e a muita dificuldade para se locomover.

Nós prescrevemos Vitamina D em doses elevadas e dissemos que, certamente, ela se livraria de todos esses sintomas em poucos dias.

E, foi exatamente o que aconteceu! E nós lhe demos alta na segunda consulta, após 4 meses de tratamento…

Juliana ainda é muito jovem! Imaginem se ela tomasse interferon nos próximos 20 ou 30 anos… Quanto sofrimento e quantos gastos desnecessários vamos evitar medicando-a com a Vitamina D! E, essa pequena fortuna que vamos economizar poderá ajudar muitos outros pacientes.

Sem dúvida alguma, o melhor tratamento para as doenças autoimunes é o Protocolo da Vitamina D potencializado por uma dieta sem glúten!