Alessandra – Síndrome de Ménière


“Depois que eu cortei o glúten as crises acabaram! Eu estou ótima”

Há quatro anos Alessandra desenvolveu uma grave patologia autoimune neurossensorial denominada Doença de Ménière.

A paciente apresentava os sintomas clássicos da síndrome: zumbidos, vertigens, vômitos e sensação de pressão no ouvido. Queixava-se também de desânimo, sonolência, enxaquecas, fadiga e muita fraqueza.

Nesse período, Alessandra consultou 2 otorrinolaringologistas que a medicaram convencionalmente sem sucesso! As crises foram ficando mais intensas e, como os sintomas da não regrediram, ela foi orientada a se conformar e aprender a conviver com a doença.

Por sorte, pesquisando na Internet, ela assistiu a alguns vídeos dos nossos pacientes e agendou uma consulta.  Enquanto aguardava chegar o seu dia, ela decidiu retirar o glúten da sua dieta e já começou a apresentar nítida melhora dos sinais e sintomas da sua doença.

alessandraApós 5 meses de tratamento Alessandra não apresentava mais enxaquecas, vertigens, zumbidos, náuseas e vômitos, nem fadiga.

Ela também é portadora de tireoidite de Hashimoto e, com uso de vitamina D e da dieta sem glúten, já reduziu bastante a dose que estava tomando do hormônio tireoidiano (Puran T4).

Tem sido repetido à exaustão na Internet que a dieta sem glúten não faz parte do Protocolo da Vitamina D. Entretanto, todos os nossos pacientes constataram uma nítida melhora dos sintomas da Síndrome de Ménière com a dieta sem glúten e nós temos o dever moral de compartilhar a nossa experiência.

 

Assistam ao depoimento da Alessandra e tirem as suas próprias conclusões!

ELIZABETE ORSI – DOENÇA DE MÉNIÈRE


EM POUCOS DIAS DE TRATAMENTO ELA LIVROU-SE DAS VERTIGENS PROVOCADAS PELA DOENÇA DE MÉNIÈRE, VOLTOU A DIRIGIR E ESTÁ MUITO FELIZ…

Síndrome de Ménière ou hidropsia endolinfática ainda é considerada uma doença de causa desconhecida. Entretanto, a American Autoimmune Related Diseases Association (AARDA) a classifica como uma condição autoimune.

No interior do ouvido interno, temos um líquido chamado endolinfa. Com o aumento da pressão da endolinfa, os sinais enviados ao cérebro tornam-se corrompidos provocando sintomas como vertigem, zumbidos, perda auditiva, sensação de ouvido entupido, náuseas e vômitos.

Há 2 anos, a Sra. Elizabete (67 anos) começou a sentir tonturas muito fortes que a impediam de andar e dirigir. Apresentou também náuseas, vômitos, sensação de ouvido entupido e chiados.

osniEla consultou 4 otorrinolaringologistas que confirmaram o diagnóstico de Doença de Ménière e lhe informaram que a doença não tinha cura.

Após assistir a alguns depoimentos dos nossos pacientes com Doença de Ménière, Elizabete decidiu nos consultar e, com apenas 1 mês de tratamento com a Vitamina D e dieta sem glúten, já não sente vertigens e náuseas, apresentou melhora do refluxo gastroesofágico e deixou de tomar laxantes para regular o funcionamento intestinal.

A paciente já voltou a dirigir e está muito feliz com o resultado do seu tratamento.

VERA – DOENÇA DE MÉNIÈRE

UMA SOLUÇÃO SIMPLES PARA UMA DOENÇA COMPLEXA”

Vera é portadora de Doença de Ménière há dois anos…

vera1Nas suas próprias palavras, ela viveu um verdadeiro inferno astral nesse período: vertigens intensas, pressão no ouvido, perda da audição, zumbidos, náuseas e vômitos incontroláveis.

Consultou seis Otorrinolaringologistas, porém o tratamento convencional apenas minimizava os sintomas.

Após assistir a um depoimento de um dos nossos pacientes portador da mesma doença, ela decidiu nos consultar.

Receitamos o Protocolo da Vitamina D e, por acréscimo, recomendamos que eliminasse o glúten tóxico da sua alimentação.

Vera começou a fazer a restrição dietética logo após a consulta. Porém, por problemas com os Correios, as vitaminas demoraram 12 dias para chegar e, nesse breve período, ela já estava completamente assintomática em função da dieta.

Vera conversou com seu filho e enviou-nos um e-mail comunicando que pretendia não tomar as vitaminas por algum tempo, para averiguar se apenas a dieta sem glúten seria suficiente para controlar a doença.

Ela está assintomática há seis meses e, recentemente, passou a tomar a vitamina D em doses fisiológicas (10.000 UI/dia) apenas para manter o nível sanguíneo entre 50 e 100 ng/ml.

O seu depoimento (por obra do acaso) acabou se configurando com mais uma evidência incontestável de que o glúten tóxico (trigo, centeio, cevada e aveia) é um poderoso indutor das doenças imunológicas.