João Batista – Polimiosite

“Graças a Deus eu voltei a trabalhar,

pois é a coisa que eu mais gosto de fazer na vida…”

Recentemente publicamos em nosso site o depoimento da nossa paciente Cristiane Mazarini que é portadora de polimiosite.

O Sr. João Batista possui a mesma doença e, após assistir ao vídeo da Cristiane, postou um comentário muito gentil no Facebook, o qual decidimos utilizar na apresentação do seu caso.

João Batista: Também tenho polimiosite, em Setembro de 2017, após várias internações, e tratamentos convencionais, estava com muita dor e fadiga, mal conseguia caminhar, e depois de conhecer o protocolo de Vitamina D e dieta sem glúten ministrado pelo Dr. Wanderley, meu CPK baixou de 12.800 para 426 e hoje voltei a ter uma vida normal sem dores. Agradeço todos os Dias a Deus por ter colocado o Dr. Wanderley na minha vida!!!


 

CRISTIANE MAZARINI- POLIMIOSITE

“Cristiane, nos deu um grande exemplo de amor ao próximo.”

Aos 15 anos de idade Cristiane recebeu o diagnóstico de Polimiosite. Ela ainda era muito jovem e não tinha condições de avaliar a gravidade da sua doença.

No entanto, ela começou a perceber claramente os efeitos colaterais do tratamento convencional:  em poucos meses ela engordou 6 kg e ficou com o rosto inchado e cheio de espinhas. Para uma adolescente, isso é uma verdadeira tragédia. E se ela continuasse a tomar cortisona poderia desenvolver diabetes, estrias, catarata, osteoporose, necrose asséptica da cabeça do fêmur etc. Seria apenas uma questão de tempo e, infelizmente, o tratamento das doenças autoimunes é para toda a vida.

Por sorte a sua mãe trabalhava para a Dra. Cláudia, uma conceituada médica oftalmologista de Mogi Mirim que conhecia o nosso trabalho e Cristiane chegou até nós.

Iniciamos o tratamento com o Protocolo da Vitamina D e dieta sem glúten e em poucos dias ela começou a melhorar. As dores musculares desapareceram e o CPK normalizou.

Cristiane prestou um depoimento que foi divulgado em nosso site e tem ajudado muitas pessoas.

Hoje mesmo ela trouxe uma paciente de Brasília que também é portadora de polimiosite e ficou hospedada em sua    casa, deixando transparecer todo o seu altruísmo.

Veja o primeiro depoimento de Cristiane clicando aqui.


 

ALINE – POLIMIOSITE


“Após dois anos de muito sofrimento voltei a viver…”

As palavras acima foram ditas por Aline, uma jovem de 27 anos que, após 4 meses de tratamento com o protocolo de altas doses de vitamina D e dieta livre de glúten, teve a alegria e o prazer de retomar o controle de sua vida, livre das dores causadas pela polimiosite, uma doença de natureza autoimune que afeta a musculatura estriada.

O drama de Aline começou de forma insidiosa aos 18 anos, com dores difusas nas articulações. Aos 25 anos passou a sentir de forma súbita dores musculares tão intensas que mal podia ser tocada, além de fadiga, febre alta e fraqueza muscular que a impedia de se locomover.

Aline consultou diversos médicos até que um reumatologista fechou o diagnostico de  polimiosite baseado nos seus sintomas e na elevação acentuada da CPK, uma enzima muscular.

Iniciou tratamento com metotrexato, cortisona e dorene, porém os seus sinais e sintomas se agravaram. Sofria ainda os efeitos colaterais das medicações e ganhou indesejáveis 5 kg.

Drasticamente sua vida mudou. Aline não conseguia mais realizar atividades corriqueiras e se viu obrigada a interromper os estudos universitários e o trabalho.

Há quatro meses ela assistiu a alguns depoimentos de pacientes com polimiosite em nosso site e nos procurou em Campinas.

Iniciamos o tratamento com o protocolo da Vitamina D e dieta sem glúten e em poucos dias Aline livrou-se de todos os sintomas de sua doença.

CLEUNICE – POLIMIOSITE


“Com a vitamina D em doses altas e a dieta sem glúten eu me livrei de todos os sintomas da polimiosite e recuperei a alegria de viver”

Há 03 anos Cleunice recebeu o diagnóstico de polimiosite.

Desde então ela foi medicada com cortisona em altas doses, metotrexato e azatioprina, sem sucesso: com uso continuado de cortisona ganhou 30 kg, sentia muitas dores, muita fadiga e ficou afastada do trabalho durante esse período.

2Recentemente ela nos procurou em busca de uma nova terapia.

Suspendemos todos os medicamentos convencionais, prescrevemos o protocolo da vitamina D e excluímos o glúten da sua alimentação.

Seis meses depois ela retornou para a segunda consulta com 8 kg a menos, livre de todas as dores, da fraqueza muscular, da fadiga crônica e da falta de ar aos esforços, decorrente da miocardite autoimune que frequentemente faz parte do quadro clínico da polimiosite.

A paciente informou também que, com o tratamento instituído, eliminou sua rinite alérgica crônica e os desagradáveis fogachos próprios da menopausa.