ALINE – SÍNDROME DE SJÖGREN e MARIA LUIZA – AUTISMO

“A dieta sem glúten e sem caseína foi fundamental para o sucesso do nosso tratamento”

Em 2013 o dentista de Aline descobriu que ela estava com a boca seca, apresentava muitas cáries e levantou a hipótese de Síndrome de Sjögren.

A paciente submeteu-se a uma cintilografia das glândulas salivares e foi constatado que a parótida esquerda não estava secretando saliva, enquanto que a direita produzia apenas 32% do valor normal. Ela consultou um reumatologista e foi medicada com reuquinol sem sucesso. Os sintomas da síndrome de Sjögren se agravaram com o aparecimento de fortes dores articulares.

Aline realizou nos EUA um exame do receptor de vitamina D (VDR) cujo resultado foi 0%, revelando o motivo pelo qual ela é resistente à vitamina D e necessita ser medicada com altas doses desse hormônio.

Ela nos consultou em Campinas, prescrevemos o Protocolo da vitamina D potencializado por uma dieta sem glúten e, em poucas semanas, ela livrou-se de todos os sintomas da Síndrome de Sjögren.

Curiosamente, ela possui uma filha de 8 anos que livrou-se de um autismo severo apenas com a dieta sem glúten e suplementação de micronutrientes.

O ATEC (Autism Treatment Evaluation Checklist) de Maria Luiza era de 49 e reduziu para 5. Os pacientes com valores inferiores a 9 são considerados fora do espectro do autismo.

Segundo Mark Hyman, um dos médicos mais conceituados dos EUA, o glúten provoca dezenas de doenças graves como esclerose múltipla, artrite reumatoide, neuropatia periférica, Sjögren, depressão, esquizofrenia, enxaquecas e muitas outras, inclusive o autismo.

A dieta sem glúten ainda não faz parte do Protocolo da Vitamina D, mas é uma medida extremamente eficaz na terapêutica dessas patologias.

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